Eu me sinto incrivelmente bem. Sério!
Hoje aceitei que meu instinto paquerador é kamikaze...
Coisas como “oi, note, tenho cinco dentes a menos” ou “sou sereia e não preciso de ninguém” indicam que eu sou criativa e meu escudo protetor foi customizado, afinal, sou não-provocativa, mas sou chiquinha...
Nessa situação eu noto que tenho a terrível mania de gastar o fôlego antes da prova de resistência com coisas tolas. Círculo vicioso. Sim, eu sou enrolona!
Independe de ser a vítima “galinha”, “descolada”, “cult”, “bem vestida” ou “cinéfila” (essa última ainda não apareceu, mas tenho fééé), todas entram na mesma cirandinha. Anos e anos pra reconhecer que o problema é comigo, Brasil!
Mas, como sempre há quem queira aprender:
Técnica: sem corega na balada (não, não é colega)
- Oi, linda, beleza?
- Oi!
- Lindo seu sorriso, sabia?
- Poxa, hoje estou economizando, esqueci de passar fixador corega (já com o polegar apoiando o dentinho). Impossibilitada, mas passa seu telefone gato!
- Meu telefone tá cortado...
(ugh uhu)
Técnica: passando mal
- E ae? Posso te conhecer?
- Pra que?
- Quero te beijar!
- Haha, deixa eu ir ali no banheiro lavar a boca que eu acabei de gorfar... pode ser? Me espera?
(ou ié)
Técnica: amiga nada...
- Nossa, quanta menina bonita! Como é seu nome morena?
- Eu sou Jesuína. Essa é a Sebastiana, namoramos há 2 anos. Ela não é linda?
(Nessa eu já levei bicuda, cara, juro)
Técnica: Salsicha, como faz?
- Posso? (apontando para o lugar vago na mesa)
- Pode sim!
- O que está lendo?
- Super interessante. Sabia que os corantes da salsicha são feitos com besouro? O que você está comendo?
- Hot dog!
- Malz ae...
Acredito que consegui ilustrar o espírito (de porco) da coisa... é tudo!
Hoje aceitei que meu instinto paquerador é kamikaze...
Coisas como “oi, note, tenho cinco dentes a menos” ou “sou sereia e não preciso de ninguém” indicam que eu sou criativa e meu escudo protetor foi customizado, afinal, sou não-provocativa, mas sou chiquinha...
Nessa situação eu noto que tenho a terrível mania de gastar o fôlego antes da prova de resistência com coisas tolas. Círculo vicioso. Sim, eu sou enrolona!
Independe de ser a vítima “galinha”, “descolada”, “cult”, “bem vestida” ou “cinéfila” (essa última ainda não apareceu, mas tenho fééé), todas entram na mesma cirandinha. Anos e anos pra reconhecer que o problema é comigo, Brasil!
Mas, como sempre há quem queira aprender:
Técnica: sem corega na balada (não, não é colega)
- Oi, linda, beleza?
- Oi!
- Lindo seu sorriso, sabia?
- Poxa, hoje estou economizando, esqueci de passar fixador corega (já com o polegar apoiando o dentinho). Impossibilitada, mas passa seu telefone gato!
- Meu telefone tá cortado...
(ugh uhu)
Técnica: passando mal
- E ae? Posso te conhecer?
- Pra que?
- Quero te beijar!
- Haha, deixa eu ir ali no banheiro lavar a boca que eu acabei de gorfar... pode ser? Me espera?
(ou ié)
Técnica: amiga nada...
- Nossa, quanta menina bonita! Como é seu nome morena?
- Eu sou Jesuína. Essa é a Sebastiana, namoramos há 2 anos. Ela não é linda?
(Nessa eu já levei bicuda, cara, juro)
Técnica: Salsicha, como faz?
- Posso? (apontando para o lugar vago na mesa)
- Pode sim!
- O que está lendo?
- Super interessante. Sabia que os corantes da salsicha são feitos com besouro? O que você está comendo?
- Hot dog!
- Malz ae...
Acredito que consegui ilustrar o espírito (de porco) da coisa... é tudo!
Um comentário:
Bobuchinho?
kkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkk
Eu quero aplicar pelo menso três dessas técnicas!
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